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Regulamentação

EASA, SORA 2.5 e voo para além da linha de vista.

Quem pode voar para além da linha de vista, em que condições e o que tem de demonstrar. Uma panorâmica das regras da UE de que parte cada piloto da AKIZU.

01

Três categorias de operação

A categoria depende do risco do voo, não da dimensão da empresa. Verifique onde se enquadraria o seu voo.

CategoriaQuandoO que é necessárioAlém da linha de vista
AbertaRisco baixo: menos de 25 kg, até 120 m, à vista do piloto, subcategorias A1, A2, A3.Registo do operador, formação do piloto, regras da subcategoria.Não
EspecíficaRisco mais elevado: para além da linha de vista, acima de 120 m, mais de 25 kg ou fora das regras da categoria aberta.Uma declaração ao abrigo de um STS, uma autorização ao abrigo de um PDRA ou SORA, ou um certificado LUC.Sim, com autorização ou declaração
CertificadaRisco elevado, por exemplo transporte de pessoas ou de mercadorias perigosas.Certificação do drone, certificado de operador e, quando necessário, licença de piloto.Sim, no âmbito da certificação

Uma panorâmica orientativa, não aconselhamento jurídico. O que vincula é o texto em vigor dos regulamentos e a decisão da autoridade competente. A AKIZU não é uma autoridade e não emite autorizações.

02

A categoria específica: quatro vias

A maioria dos voos profissionais para além da linha de vista é tratada aqui. A via depende de o voo se enquadrar num cenário previamente avaliado.

STSCenário padrão

O operador apresenta uma declaração e não necessita de autorização. O STS-01 é à vista com um drone C5, o STS-02 para além da vista com um drone C6.

PDRAAvaliação de risco predefinida

A autoridade emite uma autorização com base numa avaliação de risco previamente preparada, por exemplo o PDRA-S02 para voos para além da vista sobre terrenos pouco povoados.

SORAAvaliação própria

O operador avalia o risco do voo concreto com o SORA 2.5 e a autoridade emite uma autorização com condições.

LUCCertificado de operador

Um operador de UAS ligeiros certificado pode aprovar alguns voos por si próprio, no âmbito dos seus privilégios.

Cenários e PDRA para voo para além da vista

STS-02PDRA-S02
Droneclasse C6, até 25 kg, até 3 maté 25 kg, até 3 m
Distância ao pilotoaté 1 km, até 2 km com observador do espaço aéreoaté 1 km, até 2 km com observador
Alturaaté 120 maté 120 m, até 150 m com margem
Soloárea de solo controlada numa zona pouco povoadaárea de solo controlada numa zona pouco povoada
Documentodeclaração à autoridadeautorização pela autoridade

Condições abreviadas. O texto integral consta do Regulamento (UE) 2020/639 e do sítio Web da EASA.

03

SORA 2.5 em dez passos

A JARUS publicou a SORA 2.5 em 13 de maio de 2024. A EASA incorporou-a nos AMC e GM do Regulamento 2019/947 através da Decisão ED 2025/018/R, publicada em 29 de setembro de 2025 e de aplicação imediata.

  1. Descrever o vooConOps: onde, quando, que drone e que procedimentos.
  2. Risco intrínseco no soloiGRC com base na densidade populacional e na dimensão e velocidade do drone.
  3. Risco final no soloAs mitigações M1(A), M1(B), M1(C) e M2 reduzem a classe. Passo opcional.
  4. Risco aéreo inicialARC-a a ARC-d com base no espaço aéreo e na altura.
  5. Mitigações estratégicasLimites no tempo e no espaço reduzem o ARC. Passo opcional.
  6. Mitigações táticasTMPR: como o drone evita outras aeronaves e com que robustez.
  7. Nível SAILO GRC final e o ARC dão o SAIL I a VI.
  8. ContençãoComo o drone permanece dentro da área de voo e o que acontece na área adjacente.
  9. Objetivos OSODezassete objetivos de segurança operacional com robustez por SAIL.
  10. Portefólio de segurançaCSP: o conjunto de evidências enviado à autoridade.

O que mudou em relação à SORA 2.0

  • O risco no solo é calculado a partir da densidade populacional em pessoas por km² e da dimensão e velocidade do drone.
  • A contenção tem o seu próprio passo 8, antes dos OSO.
  • O plano de resposta a emergências deixou de ser uma mitigação.
  • Novos anexos sobre cibersegurança e métodos quantitativos.

Segundo a autoridade espanhola AESA, os pedidos ao abrigo da SORA 2.0 podiam ser apresentados até 17 de novembro de 2025. Cada autoridade nacional define a sua transição.

04

Experimente a lógica da SORA 2.5

Escolha a dimensão do drone, a densidade populacional, as mitigações e a classe do espaço aéreo. O resultado ilustra as tabelas da SORA 2.5; não é uma avaliação.

Uma panorâmica orientativa, não aconselhamento jurídico. O que vincula é o texto em vigor dos regulamentos e a decisão da autoridade competente. A AKIZU não é uma autoridade e não emite autorizações.

05

BVLOS: o que um voo além da linha de vista deve demonstrar

O piloto não vê o drone, apenas a imagem e os dados. Por isso, a ligação, a prevenção de colisão com outras aeronaves e o que acontece em caso de perda são avaliados.

01Ligação C2

Desempenho e fiabilidade da ligação de comando e telemetria, comportamento em caso de perda.

02Prevenção de colisão

Como a operação deteta outra aeronave e reage a tempo, com robustez por ARC.

03Contenção

O drone não deve sair da área de voo, mesmo em caso de falha.

04Pessoas e procedimentos

Formação, procedimentos, manutenção e registos conforme os OSO.

Onde a AKIZU pode ajudar

  • A idade de cada fotograma e o estado da imagem como registo do voo.
  • Um registo de interrupções e de comutações entre duas redes.
  • Um comando associado ao número da imagem que o piloto viu.
  • Um pacote de evidências como contributo para o portefólio de segurança.

A AKIZU não é

  • Não substitui uma autorização nem uma declaração.
  • Não é um sistema de prevenção de colisões com aeronaves.
  • Não é uma redundância de C2 por rádio; ainda não está prevista na conceção.

06

U-space

O Regulamento (UE) 2021/664 aplica-se desde 26 jan. 2023. No espaço aéreo U-space, um drone recebe quatro serviços obrigatórios.

01Identificação de rede

Quem voa e onde.

02Geoconsciencialização

Zonas e restrições.

03Autorização de voo UAS

Aprovação de um voo específico.

04Informação de tráfego

Outras aeronaves nas proximidades.

07

Eslováquia e voos de Estado

Quem emite autorizações na Eslováquia e quando as regras da EASA não se aplicam.

Autoridade dos TransportesAutoridade competente

Na Eslováquia, a Autoridade dos Transportes (Dopravný úrad) emite autorizações da categoria específica. Osobitná é o termo oficial eslovaco para específica.

A partir de 1 de maio de 2026Apenas SORA 2.5

Para aprovações da categoria específica, a Autoridade dos Transportes eslovaca aceita agora apenas avaliações de risco segundo a SORA 2.5.

Art. 2.º, n.º 3Atividades de Estado

Os voos para fins militares, aduaneiros, policiais, de busca e salvamento, de combate a incêndios ou de guarda de fronteiras, sob responsabilidade do Estado, estão fora do Regulamento (UE) 2018/1139.

Art. 2.º, n.º 6Adesão voluntária do Estado

Um Estado-Membro pode decidir aplicar também as regras da UE a estas atividades. A EASA mantém a lista das decisões.

08

Cronologia das regras

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